quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

ah, se minha namorada soubesse, o quanto a amo... eu sei q ninguem ira ler isso, muito menos alguem que ela conheça, MUITO Menos ela... mas... me desculpe,mesmo, por tudo oq eu ja lhe fiz, e por tudo q eu nao fiz e te deixei na expectativa de um namorado melhor... eu te amo tanto... mas te perdi!...eh, perdi... me desculpa, do fundo do coraçao. Eu te amo flor..

Passa ano, passa LENTAMENTE o tempo. Passa passado, em passadas largas! sutilmente desleixada passou a dor de ficar só um ano inteiro. Faço minha suas palavras de dor. Se...se,se...duas letrinhas ambínguas e deprimentes. Mais um ano chega. O outro nem foi, nem irá pois está imantado em mim, feito as lembraças de um amor sublime e colossal!

Perdão é navalha cega, se cortar mesmo, deixa a cicatriz mais funda. Mais um ano pra rir e sonhar! Mais um ano pra sutilmente PERDOAR , feito CICATRIZ rasa, que passa sem ser sentida.

Eu te amo flor...Disse o verdugo lá de cima. RIO com lágrimas na face, rio sorrindo de mim mesmo diante de uma saudade alheia. Alheia há mais uma passagem meramente matemática do tempo. Tempo que não existe, que não passa nem passará como disse lá em cima. O tempo é uma trama atemporal e sublime, não existe por ser criação mental que anda conforme o ritmo de cada um!


segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Chuva molha terra,

Que se perfuma e deixa os brotos aflorarem , saírem de suas entranhas úmidas e macia.

Flores brotam dos ramos, explodem em cores e luzes. As raízes sugam o néctar da chuva e transpõem-na para as folhas.

As folhas captam as luzes do sol, que brilha para as nuvens que dão vida à terra.

A terra é mãe de todos. Todos somos filhos da chuva, que molha os pés dos meninos que jogam bola na chuva e devolve em risos ao vento, tudo de bom que a mãe natureza nos dá de graça.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Naquele níver que esquecí.


Jimmi Page & Robert Plant fazem uma casadinha perfeita, congelar os anos não faz mal nenhum!

Mãos flácidas seguram o remo dos dias, meses...segundos. O barquinho flui discretamente!

Pensar o bem é agregar valores largados nas calçadas, nos shoppings da vida, no transito, numa fila do banco do brasil. Num mundo regado a pressa e agressão, ninguém se sai bem pacificamente. Os politicamente corretos são engolidos pela pressa de atravessar o sinal amarelo.

Quase somos felizes, felicidade plena reluz em monotonia!

Entre um aperreio e outro, vale lembrar do vocetubo e flutuar com Page & Plant, lembrar de como é arredio o sentimento da saudade e assusta o abraço do quase futuro!!

Uma melodia me ronda, passarinhos multi plumados cantarolam pra hoje o que acabei de ouvir ontem.

Cesar, Cesinha...corra, corra muito!! Tudo muda tão rapidamente, não dá pra respirar sem tropeçar.

Não tenho um jardim para regar, tenho uma lagoa com peixinhos pra criar!







segunda-feira, 15 de novembro de 2010











O que será que passa na cabeça do passarinho? Sozinho, quem sabe repousando da longa jornada ou quem sabe se aquecendo e fugindo do frio.No momento de perigo eminente, imagino um diálogo entre ele e os seus botões...

"Logo agora?
agora que resolví ser feliz,
agora que descobrí que há uma porta aberta, esperando por mim.
agora que sou mais um na multidão.

Porquê EU ?
demorei tanto pra ver que a felicidade mora bem aquí, nessa banda esquerda do peito.
demorei tanto pra entender que amizade é pedaço do céu.
Demorei tanto a crer numa força criadora que faz a vida ser tão perfeita.
Porquê agora?
Preciso de tempo pra retribuir as graças que a vida me deu.Preciso de mais tempo, preciso abraçar alguém: Um alguém tão presente em minha vida que passou despercebido. Precioso de perdão, tenho que ter forças para me perdoar.Sou uma máquina impefeita, não amei ainda o bastante para agradecer a dádiva da vida. Quero ver o azul celeste e ouvir as cataratas da vida.

Justo agora que sinto o toque da brisa?
Me dá um tempinho,pai?
Só um segundinho a mais. Quero abraçar um amigo e cantar uma música, uma sinfonia em quatro letras...AMOR.Só um minutinho... enquanto o trem não chega, minha mala está desarrumada, não cabe todos os sentimentos ainda embaralhados.
Deixe-me viver mais um dia. Quero visitar o meu quintal, a minha terra. Quero respirar o ar de forma diferente, separando os aromas. O cheiro da terra molhada, a brisa na chuva de novembro. Passei o tempo todo com os sentidos bloqueados. Tive orgulho de ser bonito, falso diamante peregrino. Uma massa disforme de carbono e hidrogenio.
Repentinamente tudo ficou claro, logo agora? a um passo do possível fim.

Quero muito subir a serra da Ibiapaba, conversar com meus pares e aprender mais um pouco sobre a vaidade, a chaga que me consumiu assim que deixei de ser criança. Fui içado até o topo, enchi meu peito de grandeza, de soberba...e ploft, a escada que me mantia lá no alto foi sacada, puxada...o tombo foi doloroso, era tuda fantasia, nada daquilo existia...sinceramente nunca fui nada. Não fui o pó da estrada, não ví as estrelas com os pés no chão. Fui marionete nas mãos da vaidade, fui um crápula para mim.

O bicho horrendo estende sua bocarra sob meu pescoço, será o fim?

peço mais, peço fé e esperança de que não haja fim. Que isso tudo não passe de um recomeço, e que no seu tabuleiro, não sejamos nós uma peça descartável e sem um fim.
Peço paciência e desculpas, pois deixei para depois tudo que pedí com pressa e resignação.
E ofereço a mim uma chance de poder recomeçar com brio, sobriedade e humildade num passe sem mágica, todo de novo."
Pois sei que você é o principio, o meio e o fim!!

domingo, 14 de novembro de 2010

Há curva retilínea?

São demais os perigos dessa vida!
Vinícius, soberbamente,Vinicius...Enquanto respiramos gasolina e óleo diesel, tem gente andando à pé, em busca do pulmão perfeito, achando que há vida depois das oito, mesmo achando que quem matou Saulo foi o mordomo. Sinceramente? Saulo não morreu, Odeth Roithman ainda mora no imaginário dos curiosos de plantão, apenas mudou o horário da embromação.

Enquanto isso, há um psicopata à sua espreita, esperando seu sinal...A arma dos psicopatas estão protegidas sob sete chaves e enigmas.

Não esqueça, há um psicopata dentro de você. O psicopata que não come criancinhas, que encanta a vovozinha com uma voz suave e encantadora...e quando a noite cai: Seus medos afloram, e suas garras afiadas dão o bote. Poupe seus instintos virís, não saia na mão nem no pé. Faça como tiririca, seja um analfabeto funcional ( isso funciona), suba no picadeiro da sociedade psicótica em que vivemos, faça gracinhas e mande flores para uns oito nordestinos. De repente o Brasil acorda e manda um recado global: Tem algo errado no front, tem gente sobrando na América, o dólar não é mais aquele bicho papão, tem chinês demais na China...Tem humor de menos no mundo, e aí Tiririca deu sorte, ele é gente como a gente e o Brasil é multifacetado, é uma pátria magnífica onde somos iguais por nossas diferenças.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Carpem diem


Se o amanhã incomoda,
Puxe uma cadeira para esse dia!
sirva-o numa xícara de café bem forte.

Amanhã será ontem,obviamente.
Amanhã merecerá um grifo apartir de hoje,
Puxe uma cadeira para sí,
Sirva-se num café bem aromatico,
regue-se num deleite infinito
beba-se à vontade,
amanhã...já foi!!

domingo, 29 de agosto de 2010

A fechadura da alma!


Quando partí, deixei um rio de mágoas para trás.
de repente, eis que de repente, descubro que sempre estive presente...não houve essa tal fuga aborrecente. A caminhada está enveredade nos pés pra trás, feito truque do cangaço, alpercatas invertidas pra driblar as volantes.

No volante dessa trilha,
devo ter aprendido a perdoar, pois me esquecí de desamar.
as tralhas amontoadas durante os anos fazem falta, quendo me sobram forças.

Quando partí, uma dezena de amores ficaram. Quando percebí o desatino da fuga, eis que vejo uma trilha estreita, iluminada por luzes rôtas. Vejo o amálgama dos dentes cairem, doendo-me até as fibras mais remotas.

No dia em que partí,
um sorriso discreto vazou pelo canto da sala,
a amplidão do silencio me fez ver que não preciso ser óbvio, ser uma mula falante diante das bobagens, amizade não se compra com moedas imundas...amizade é palavra sublime, mesmo que o vácuo da distância seja um trunfo nas mãos do desengano.


O dia da partida foi um engano,
não se vai assim em busca de um abraço, de uma amizade tão sutil.
Amigo não se engana na partida, amigo fica até o fim !!

domingo, 22 de agosto de 2010

Hoje tem bolo no Pará!!

A felicidade da bolinha de sabão:


Encham-se de ar
numa circunferência translúcida e irregular bolhas ao vento,
num espaço vazio ou no campo à bailar.
Bolinhas de sabão,
meus olhos são teus.
Seu rumo não sei,
suas cores íris arqueada são colírio,
são o ponto feliz !
É o improvável diante do céu límpido e azul.
É gota de feliz idade.

...A vida é exatamente assim, uma bolinha (bolhinha) largada ao vento,
colorindo os olhos ou pipocando repentinamente. Tomando caminhos improváveis, mas explodindo sempre. Imagina-se o recomeço da bolhinha apartir do inflar dos pulmões, de umas gotas de água e muito sabão. Imagina-se o recomeço no gritar alegre de crianças, nas mentes férteis da alegria. Imaginemos um parque florido, como arco íris preso na circunferência flácida da bolhinha de sabão!

Estarás a bailar,
feito bolhinhas coloridas... Conduzindo a magia dos anos nos ombros, como numa garota levada que só pensa nas velas coloridas refletidas em dezenas de bolhinhas de sabão!!
Feliz hoje, para sempre!

quinta-feira, 13 de maio de 2010




Meu blog não sou EU !
Tenho comigo um preceito: Não dá pra sorrir sozinho.
Pro sorriso ser perfeito é preciso estar livre de defeitos!
Sem defeito da mágoa, da esquisitice de se ser solitário, deve ser carregado da palavra SOLIDÁRIO!

Pro sorriso ser largo e farto é necessário depositar confiança em quem a gente ama. Confiar significa não sofrer na ausencia...é estar perto mesmo estando perto, amigo nunca fica longe!

Se meu blog não sou eu, é porque não tenho nada, não preciso de nada...meus amigos me completam, minha alegria é farta, minha fantasia e precária e barata, minha fantasia é meu sorriso e basta!!

segunda-feira, 12 de abril de 2010


No fim da década de sessenta a humanidade tinha medo da “gripe cósmica”, Uma peste de proporções imensuráveis ...vinda da lua. O Google não fala muita coisa... Vai ver já absorvemos tal vírus!

O vírus da gripe ainda assusta, ele se propaga no meio ambiente e rapidamente cobre o planeta ( haja H1N1) matando IDOSOS, CRIANÇAS, COVALESCENTES...preferencialmente.

Renato Russo referiu-se ao vírus da AIDS... Comparando-o com a solidão “o mal do século é a solidão”, sábio Renato. O Pior vírus, disponível no mercado, não foi desenvolvido em laboratórios de grandes multinacionais para gerar lucros e torná-los mais poderosos, está dentro de nós, em forma de sentimentos mesquinhos e pulverizados, dificultando o acesso da CURA! Só há um antídoto para esse mal que sufoca a nós todos, que torna-nos arrogantes e soberbos (orgulhosamente), que nos entristece à quatro paredes e emoldura uma máscara facial “ pra cima” uma belo e potente fuzil A-R 15 imaginário em nossas mãos que ironicamente não protege o seu guardião... A SOLIDARIEDADE cura esse vírus imaginário? A derrocada do leão da maldade é eminente, mas até lá, a luta é feroz e cruel, é homem versus homem, uma batalha ínfima diante da tristeza coletiva na qual estamos inseridos.

Dividir um quantum de felicidade com o planeta é atitude digna de um REI! Mas... O grande desafio nosso de cada dia é querer-se portar como rei, um rei ininterruptamente poderoso e tirano, tirano no lar, na rua, no EGO! O mal do século é a arrogância!

domingo, 28 de março de 2010

Papo cabeça!

LUISA: Papai, olhe a lua lá no céu.
PAPAI: Onde?
LUISA: Papai, se a lua cair lá de cima, heim?
PAPAI: ãããã?
LUISA: Mas se as nuvens caírem matam todo mundo?
PAPAI: As nuvens são feitas de água e vapor.
LUISA: ôxe, então a gente toma banho de núúúvens? ....ÊBA, vamos todo mundo tomar banho de nuvens!!!

A volta da Asa Branca!

Enfim...estou de volta ao blog!
Mestrado findado,
tempo afinado e principalmente,coração quase amargurado.

Os amigos de estudo vão ficar mais distantes, os compromissos academicos vão deixar um buraco colossal no dia a dia, sei que vou amargar uma saudade homérica desses dois anos de felicidade pura.

Só escrevo quando estou agoniado.
e enquanto o doutorado não véééém, haja agonia e aperreio nesse caboclo das beiradas do velho chico!!

Então tome letras e sopas aletradas no cyber universo,
tome-lhe idéias mirabolantes e poesias causticantes pra dar e vender!!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sukita, coração marajoara!!
vem,vem que tem:
tem carí na panela, temperado com coentro cebolinha e pirão de feijão.
tem suco de siriguela bem fresquinho,
tem um violão afinado, tocado só dedilhado, com um som bem limpinho...pra alegria da alma.

Tem um céu azul, que parece asa de arara.
Tem nuvens de algodão, que me lembram o 14 bis.
Tem sorriso franco nos lábios, tal qual canto de ben te vi.
Tem um calor intenso, com preparo de chuva rara,dessas que acontecem no sertão.

Vem logo, o dia tá lindo!
Hoje é sábado, ainda nos resta o domingo!
Pra balaçar na rede,
ouvir o hino da vida, ouvir o barulho do vento farfalhar as folhas da mangueira!

vem,venha!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Tempo REI, poeta plebeu !!


Não dei conta da velocidade dos dias...UUffa!
Esse ano passou feito bala !

Aos amigos visitantes deixo um grande abraço ( adoro abraço, a troca de calor é infinatamente maior que em qualquer outro gesto de afago)
.

Quem disser que ando sumido, admito!
Sou muito grato à querida amiga Marisete Zanon, que deixou um recadinho alí embaixo, me pegando de surpresa, espalhando uma energia calorosa que me deixou a sorrir! Não pelo envaidecimento das palavras lançadas...sim pela surpresa que despertou em mim!

2010 deverá ser recheado com minhas letrinhas, o sonhado mestrado está findado, minha vida vai dar um nó imenso e serei bem mais feliz...com meu sorrisão abraço à todos e desejo um baita sucesso, pois quem viver, viverá !!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

De volta às letras !

Amando em dobro, cantarolando aos cinco ventos !

Cinco pontos cardeais

(botei mais um,meu coração,minha emoção na ponta do lápis).

Visto-me de louros, de pensamentos cintilantes,visto-me como um Cervantes numa guerra de moinhos!!

Agalopado numa beira de mar.

Café enebriante,

Pés de sedas flutuantes,

Desliza,sublima,desmancha nuvens de algodão.

Sentimento vadio,o meu, nem pede licença pra te enovelar!

quarta-feira, 17 de junho de 2009




O medo




Sob o sol torrencial da bahia,


grãos de milho concorrem em beleza com o astro rei.


Amarelo ¨Vincent van Goghiano¨ ao vivo, à cores para nossos olhos cansados do vermelho emergencial que nos abate pelos jornais e tv à toda hora e local.




Roçado de milho,


farra junina, ceia farta...enfeitada por amarelo ouro.


A proteção do roçado está morta. Carcaça inerte, pendurada à espera de...nossos medos, nossa fragilidade diante do amanhã.




Ossada exposta ao sol amarelado ouro, tal qual Van Gogh de orelha cortada, tal nós mesmo diante do pássaro azul, que rouba grãos de ouro da roça. Céu de luz azulada, ladrão de ceia...encouraçado de azul, de olhar amarelo ¨grão de milho ouro¨Van Gogheando¨por aí, sem orelhas penduradas, sobre o tronco que pertence ao guardião do milho, ao espanta olho gordo e mau olhado ( sob esse céu lindo e azulado não dá pra perceber o mau, só o bem ( bem azul e bem amarelo).Não dá prar rir nem chorar com nossas superstições, elas nos mantém de algum modo menos medrosos, menois afoitos sob um sol azul...no céu amarelo de Vincent Van Gogh.

sábado, 13 de junho de 2009

Juras de um amor por toda a vida


Você me disse que teria tempo para nós,
Que seria um mar de rosas essa nossa estadia planetária
Fizemos mil planos numa estória histórica,
Nós em sintonia, construindo um universo paralelo

Nesse universo desfilado em prantos e cetins
Estamos nós, de cara um pro outro, sentindo falta de nossa cumplicidade carimbada no cartório do céu.
Como se o céu precisasse de papel, fincamos olho no olho e sorrimos de nossa incapacidade de permanecer em afago nesse momento.
Somos tão legais que não suportamos ser em dois.
Somos tão em dois, que queremos ficar juntinhos.

Meu amor é pouco
Seu sonhar é lúdico
Na gleba gigante que moramos faltam lençóis pra encobrir o frio de seus pés.
Na cama minúscula que rachamos há uma linha imaginária entre seu fogo e minha libido.
Temos algo em comum: Nos amamos célula a célula.

Juro por cada segundo compartilhado, por cada lágrima não aparada, que só faço aquilo que teu coração quiser.
Sua casa é minha casa,
Seu brilho é lume
Sublime é a idéia,onde meus passos atropelam seus passos
E seu caminhar é meu rumo pra onde nosso amor quiser.


sábado, 25 de abril de 2009

...Sério?

è isso aí!


As letras microgarrafais estão à solta!


mudaram a gramática. Mudaram meus miolos( nem sei a cor de meus miolos).


Mudei os meus medos de lugar, botei-os na frente de meu saco, ainda estarei a esperar de um chute no saco...pra esses medos voarem juntos!




Não mudei de amada,


não se mudam as amadas...guardemo-las num cantinho à parte.


Mudei de emprego,


não sou mais meu patrão...isso faz uma diferença enorme.


salvem-se quem puder!




Ando ouvindo musica caipira,


Fabio Paes, Elomar...Pereira da viola( queria muito tocar assim)


Os tambores d´angola estão adormecidos em mim ( sinto muita falta de Plinio), por isso ainda ouço musica mineira.

Musica, musica...caramba! já imaginou o som do silencio, no silencio de Beethoven? nem eu .


Leio coisas atravessadas e desconexas num momento...de repente vejo-me lá, dentro das palavras alheias nem tão alheias assim, próximas o suficientes pra me fazerem abrir os olhos,¨abutecá-los¨ ao máximo, sei que salvador não é aquí.


Lágrimas de chuva torrenciais demoliram meu jardim.

pretenciosamente chamo-o de meu, como se fosse dono de alguma coisa.Nada é de ninguém, nada está dentro de ninguém...tudo pertence ao todo ( teoria de quem mesmo? ), abro mão das teorias, prefiro as verdades meia boca a esse festival de abobrinhas que as pessoas insistem em se transformar. o fim nunca estará proximo, o fim não existe, tudo é reciclavel...até o fim !

basta!




terça-feira, 24 de março de 2009









Façam-se a luz !
Olhos precisam de claridade,
clarititude pra transformar o belo em atitude.

beleza põe mesa
beleza é fartura numa mesa de madeira fixe!
beleza é a delicadeza do facheiro, encravado na caatinga
transformado em fartura na mesa de uma meias duzia de reses cambaleantes...na seca!

Apaixonadamente transpiro sal,
purificação em sal,
salvador de minha pátria, sal sal sla als cio do sal!!
cio da menina devastada pelo pai, pelo padre...pela mão que apunhá-la as leis.
mãos de mãe,
mão de saudade, da rua do beco, do beco do eco do becobêêêcobêcobêêêêêêcô !



Salve a langerie,
salve-se a langerie que transforma a forma mais bonita em luz!

salve o candeeiro que ilumina esses olhos dissecantes.
salve a cadeia que prende esse coração carrasco. coração que só quer trovoadas,flechadas,migalhas!

Salve a langerie vermelha,

que cobre a pele de luz difusa, que bronzeia a pele arrepiada de suor!

salvem-se os puros,

Salvem-se os medrosos, os belicosos em pensamentos pueris e monossilábicos!



Apaguem a luz ao sair,

acendam meus olhos ao entrar

ver é simples,
desde que os olhos do poeta estejam fechados
abram-se as portas de meus olhos,
quero luz,quero fogo e faiscas,
abram-se os amarelos incadescentes de seus olhos,
branquei-me com seu riso,
sussurre palavras inaudíveis,
monossilabicamente : ame-me !