LUISA: Papai, olhe a lua lá no céu.
PAPAI: Onde?
LUISA: Papai, se a lua cair lá de cima, heim?
PAPAI: ãããã?
LUISA: Mas se as nuvens caírem matam todo mundo?
PAPAI: As nuvens são feitas de água e vapor.
LUISA: ôxe, então a gente toma banho de núúúvens? ....ÊBA, vamos todo mundo tomar banho de nuvens!!!
Este canto de prosa é onde amarrarei meu bloco.Palavrinhas e palavrões serão livres.De onde venho, cabia tudo dentro de um malote:cartinhas amareladas,lenço amarrotado,poemas alheios e meus.De onde venho sou bem vindo,pra onde vou não sei ainda.
domingo, 28 de março de 2010
A volta da Asa Branca!
Enfim...estou de volta ao blog!
Mestrado findado,
tempo afinado e principalmente,coração quase amargurado.
Os amigos de estudo vão ficar mais distantes, os compromissos academicos vão deixar um buraco colossal no dia a dia, sei que vou amargar uma saudade homérica desses dois anos de felicidade pura.
Só escrevo quando estou agoniado.
e enquanto o doutorado não véééém, haja agonia e aperreio nesse caboclo das beiradas do velho chico!!
Então tome letras e sopas aletradas no cyber universo,
tome-lhe idéias mirabolantes e poesias causticantes pra dar e vender!!
Mestrado findado,
tempo afinado e principalmente,coração quase amargurado.
Os amigos de estudo vão ficar mais distantes, os compromissos academicos vão deixar um buraco colossal no dia a dia, sei que vou amargar uma saudade homérica desses dois anos de felicidade pura.
Só escrevo quando estou agoniado.
e enquanto o doutorado não véééém, haja agonia e aperreio nesse caboclo das beiradas do velho chico!!
Então tome letras e sopas aletradas no cyber universo,
tome-lhe idéias mirabolantes e poesias causticantes pra dar e vender!!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Sukita, coração marajoara!!
vem,vem que tem:
tem carí na panela, temperado com coentro cebolinha e pirão de feijão.
tem suco de siriguela bem fresquinho,
tem um violão afinado, tocado só dedilhado, com um som bem limpinho...pra alegria da alma.
Tem um céu azul, que parece asa de arara.
Tem nuvens de algodão, que me lembram o 14 bis.
Tem sorriso franco nos lábios, tal qual canto de ben te vi.
Tem um calor intenso, com preparo de chuva rara,dessas que acontecem no sertão.
Vem logo, o dia tá lindo!
Hoje é sábado, ainda nos resta o domingo!
Pra balaçar na rede,
ouvir o hino da vida, ouvir o barulho do vento farfalhar as folhas da mangueira!
vem,venha!
vem,vem que tem:
tem carí na panela, temperado com coentro cebolinha e pirão de feijão.
tem suco de siriguela bem fresquinho,
tem um violão afinado, tocado só dedilhado, com um som bem limpinho...pra alegria da alma.
Tem um céu azul, que parece asa de arara.
Tem nuvens de algodão, que me lembram o 14 bis.
Tem sorriso franco nos lábios, tal qual canto de ben te vi.
Tem um calor intenso, com preparo de chuva rara,dessas que acontecem no sertão.
Vem logo, o dia tá lindo!
Hoje é sábado, ainda nos resta o domingo!
Pra balaçar na rede,
ouvir o hino da vida, ouvir o barulho do vento farfalhar as folhas da mangueira!
vem,venha!
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Tempo REI, poeta plebeu !!
Não dei conta da velocidade dos dias...UUffa!
Esse ano passou feito bala !
Aos amigos visitantes deixo um grande abraço ( adoro abraço, a troca de calor é infinatamente maior que em qualquer outro gesto de afago) .
Quem disser que ando sumido, admito!
Sou muito grato à querida amiga Marisete Zanon, que deixou um recadinho alí embaixo, me pegando de surpresa, espalhando uma energia calorosa que me deixou a sorrir! Não pelo envaidecimento das palavras lançadas...sim pela surpresa que despertou em mim!
2010 deverá ser recheado com minhas letrinhas, o sonhado mestrado está findado, minha vida vai dar um nó imenso e serei bem mais feliz...com meu sorrisão abraço à todos e desejo um baita sucesso, pois quem viver, viverá !!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
De volta às letras !
Amando em dobro, cantarolando aos cinco ventos !
Cinco pontos cardeais
(botei mais um,meu coração,minha emoção na ponta do lápis).
Visto-me de louros, de pensamentos cintilantes,visto-me como um Cervantes numa guerra de moinhos!!
Agalopado numa beira de mar.
Café enebriante,
Pés de sedas flutuantes,
Desliza,sublima,desmancha nuvens de algodão.
Sentimento vadio,o meu, nem pede licença pra te enovelar!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
O medo
Sob o sol torrencial da bahia,
grãos de milho concorrem em beleza com o astro rei.
Amarelo ¨Vincent van Goghiano¨ ao vivo, à cores para nossos olhos cansados do vermelho emergencial que nos abate pelos jornais e tv à toda hora e local.
Roçado de milho,

farra junina, ceia farta...enfeitada por amarelo ouro.
A proteção do roçado está morta. Carcaça inerte, pendurada à espera de...nossos medos, nossa fragilidade diante do amanhã.
Ossada exposta ao sol amarelado ouro, tal qual Van Gogh de orelha cortada, tal nós mesmo diante do pássaro azul, que rouba grãos de ouro da roça. Céu de luz azulada, ladrão de ceia...encouraçado de azul, de olhar amarelo ¨grão de
milho ouro¨Van Gogheando¨por aí, sem orelhas penduradas, sobre o tronco que pertence ao guardião do milho, ao espanta olho gordo e mau olhado ( sob esse céu lindo e azulado não dá pra perceber o mau, só o bem ( bem azul e bem amarelo).Não dá prar rir nem chorar com nossas superstições, elas nos mantém de algum modo menos medrosos, menois afoitos sob um sol azul...no céu amarelo de Vincent Van Gogh.
sábado, 13 de junho de 2009
Juras de um amor por toda a vida
Você me disse que teria tempo para nós,
Que seria um mar de rosas essa nossa estadia planetária
Fizemos mil planos numa estória histórica,
Nós em sintonia, construindo um universo paralelo
Nesse universo desfilado em prantos e cetins
Estamos nós, de cara um pro outro, sentindo falta de nossa cumplicidade carimbada no cartório do céu.
Como se o céu precisasse de papel, fincamos olho no olho e sorrimos de nossa incapacidade de permanecer em afago nesse momento.
Somos tão legais que não suportamos ser em dois.
Somos tão em dois, que queremos ficar juntinhos.
Meu amor é pouco
Seu sonhar é lúdico
Na gleba gigante que moramos faltam lençóis pra encobrir o frio de seus pés.
Na cama minúscula que rachamos há uma linha imaginária entre seu fogo e minha libido.
Temos algo em comum: Nos amamos célula a célula.
Juro por cada segundo compartilhado, por cada lágrima não aparada, que só faço aquilo que teu coração quiser.
Sua casa é minha casa,
Seu brilho é lume
Sublime é a idéia,onde meus passos atropelam seus passos
E seu caminhar é meu rumo pra onde nosso amor quiser.
Você me disse que teria tempo para nós,
Que seria um mar de rosas essa nossa estadia planetária
Fizemos mil planos numa estória histórica,
Nós em sintonia, construindo um universo paralelo
Nesse universo desfilado em prantos e cetins
Estamos nós, de cara um pro outro, sentindo falta de nossa cumplicidade carimbada no cartório do céu.
Como se o céu precisasse de papel, fincamos olho no olho e sorrimos de nossa incapacidade de permanecer em afago nesse momento.
Somos tão legais que não suportamos ser em dois.
Somos tão em dois, que queremos ficar juntinhos.
Meu amor é pouco
Seu sonhar é lúdico
Na gleba gigante que moramos faltam lençóis pra encobrir o frio de seus pés.
Na cama minúscula que rachamos há uma linha imaginária entre seu fogo e minha libido.
Temos algo em comum: Nos amamos célula a célula.
Juro por cada segundo compartilhado, por cada lágrima não aparada, que só faço aquilo que teu coração quiser.
Sua casa é minha casa,
Seu brilho é lume
Sublime é a idéia,onde meus passos atropelam seus passos
E seu caminhar é meu rumo pra onde nosso amor quiser.
sábado, 25 de abril de 2009
...Sério?
è isso aí!
As letras microgarrafais estão à solta!
mudaram a gramática. Mudaram meus miolos( nem sei a cor de meus miolos).
Mudei os meus medos de lugar, botei-os na frente de meu saco, ainda estarei a esperar de um chute no saco...pra esses medos voarem juntos!
Não mudei de amada,

não se mudam as amadas...guardemo-las num cantinho à parte.
Mudei de emprego,
não sou mais meu patrão...isso faz uma diferença enorme.
salvem-se quem puder!
Ando ouvindo musica caipira,
Fabio Paes, Elomar...Pereira da viola( queria muito tocar assim)
Os tambores d´angola estão adormecidos em mim ( sinto muita falta de Plinio), por isso ainda ouço musica mineira.
Musica, musica...caramba! já imaginou o som do silencio, no silencio de Beethoven? nem eu .
Leio coisas atravessadas e desconexas num momento...de repente vejo-me lá, dentro das palavras alheias nem tão alheias assim, próximas o suficientes pra me fazerem abrir os olhos,¨abutecá-los¨ ao máximo, sei que salvador não é aquí.
Lágrimas de chuva torrenciais demoliram meu jardim.
pretenciosamente chamo-o de meu, como se fosse dono de alguma coisa.Nada é de ninguém, nada está dentro de ninguém...tudo pertence ao todo ( teoria de quem mesmo? ), abro mão das teorias, prefiro as verdades meia boca a esse festival de abobrinhas que as pessoas insistem em se transformar. o fim nunca estará proximo, o fim não existe, tudo é reciclavel...até o fim !
basta!
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